
E aí, gostou? Só pra não dizer que eu ando puxando sardinha pro lado de Jhonny Depp (post de baixo). O cara tá em todas! É ele quem estampa o primeiro poster de Alice no País das Maravilhas no papel do Chapeleiro Maluco.

E aí, gostou? Só pra não dizer que eu ando puxando sardinha pro lado de Jhonny Depp (post de baixo). O cara tá em todas! É ele quem estampa o primeiro poster de Alice no País das Maravilhas no papel do Chapeleiro Maluco.
Estreia na próxima sexta-feira, dia 03, digo, dia 24, o filme mais aguardado da temporada até agora: Public Enemies com direção de Michael Mann [O Informante] e participação de astros de pesos como Johnny Depp, Christian Bale e Marion Cotillard. A crítica, que assiste os filmes alguns dias antes, elogiaram a parceria Mann-Depp, principalmente porque o filme apesar da estética manjada de gangsteres, consegue ultrapassar aquela ideia do simples matar para roubar ou vice-versa e junta-se a isso um certo estilo, bem incorporado por Jhonny no papel do criminoso John Dillinger.
Public Enemies se passa durante a grande depressão quando o governo americano pretende combater a alta criminalidade, transformando o FBI na primeira agência de polícia do país.
Se confirmada a boa atuação, Jhonny Depp entra de vez na lista dos queridinhos ao oscar, já que seus últimos trabalhos vêm sendo bem elogiados pela crítica. Desta forma, torna- se um nome forte a levar uma estatueta.
Dois posts seguidos de mortos… huuum, chega né? Vamos falar de estreias no cinema. Pra variar, Seltom Melo está em cartaz e em DOIS filmes: Jean Charles que reconta o drama vivido pelo brasileiro morto no metrô de Londres e a Erva do Rato, em filme de Júlio Bressane [Cleópatra] contracena com Alessandra Negrini. Outros destaques, ficam por conta de I’ve loved you so long (Há muito tempo que eu te amo) com a atriz inglesa Kristin Scott Thomas e, é claro, não poderia deixar de mencionar o documentário sobre o Corinthians: 23 anos em 7 segundos – O fim do jejum Corinthiano
Jean Charles é do diretor radicado na Inglaterra Henrique Goldman e vai recontar a tragédia cometida pela polícia londrina, a Scotland Yard que culminou na morte do brasileiro no metrô. O filme também toca no delicado tem da imigração. A crítica especializada elogiou. Vamos agora tirar nossa conclusão.
A Erva do Mato, também nacional, é inspirado em dois contos de Machado de Assis: “Causa Secreta” e “O Esqueleto” e vai basear sua história em um homem rico (Selton Melo) que é obcecado por fotografar sua amada (Alessandra Negrini) nua, em posições exóticas. A conferir!
Há muito tempo que eu te amo é um drama de primeira, com atuações que valem mais que o próprio roteiro. Destaque para as atrizes Kristin Scott Thomas e Elsa Zylberstein que seguram a trama que apesar de boa, é leeenta, típica de filme francês.
Primeiro de uma tetralogia, Corinthians: 23 anos em 7 segundos – O fim do jejum Corinthiano é um documentário para corintiano ver, pois vai contar aquele período que todo mundo conhece que foi quando o Timão ficou 23 anos sem gritar “É CAMPEÃÃÃÃO! (grito este que será entoado na próxima quarta-feira
). Trata-se do início das comemorações do centenário do Corinthians.
E então, bom fim de semana!

Foi depois deste ensaio fotográfico que Farrah Fawcett encantou o mundo com suas formas e o sorrisão, se tornando um símbolo sexual da década de 1970. É claro que não dá para não falar de Farrah Fawcett sem mencionar sua atuação marcante em As Panteras, seriado de bastante sucesso na época. Farrah Fawcett morreu hoje, vítima de um câncer.

O título exprime bem a minha opinião sobre as mudanças que a academia está fazendo para a premiação de 2010. A primeira dela foi a alteração da data: de fevereiro para março. Até aí, nada demais! Agora, o número de indicados ao oscar passará dos atuais 5 para 10.
Achei a medida bacana. Primeiro porque ao indicar um número maior de candidatos, elimina algumas injustiças que a Academia adooora cometer. Segundo, vai aumentar as especulações para saber quem leva, embora a disputa geralmente fica entre dois, três indicados no máximo.
Enfim, modificações necessárias para que a entrega do Oscar continue com elevados índices de audiência e perpetue por muitos e muitos anos o glamour de Hollywood, representante máxima da indústria cultural.
Paris 1919 não deverá ser um documentário que fale sobre belezas da capital francesa, mas para quem gosta da cidade é uma boa oportunidade de acompanhar imagens únicas da cidade em ínicio da Primeira Guerra Mundial.
O bacana é que o diretor Paulo Cowan mescla imagens reais e fictícias para contextualizar melhor o telespectador sobre o período em questão. É que nesse ano, uma conferência debatia a paz mundial. A gente pode esperar uma boa aula de história contemporânea, regada uma adaptação, à primeira vista, interessante e comovente.

Não é orkut, nem twitter. Nem sequer MSN, flickr, fotolog ou myspace. É o Facebook a primeira rede social online a sair do virtual para as telonas. Hoje, saiu a notícia que o diretor de Benjamin Button, David Fincher deverá comandar as filmagens de The social networking (A rede social).
O longa vai contar a história de criação do site de relacionamentos, desde 2004 quando o estudante Mark Zuckerberg inventou o Facebook, num dormitório da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, até hoje com 200 milhões de usuários em todo o planeta. No Brasil, estima-se que 600 mil pessoas fazem uso do site.
Fico pensando como um roteiro se sustenta numa história dessas. Quem deve assumir a responsa é Aaron Sorkin, o mesmo que já escreveu a série de TV “The west wing”, exibida na Sony.

Meryl Streep, uma das melhores atrizes do cinema da atualidade está fazendo 60 anos hoje. Nem parece! Mesmo deixando evidente, principalmente em Mamma Mia! que não é mais nenhuma mocinha. Anyways, é dona de uma beleza e talento sui generis. Torço com forças para que ela consiga o já – merecido – terceiro oscar.
Vale lembrar que a primeira estatueta de Meryl veio como coadjuvante em 1980 pelo filme Kramer vs. Kramer e o segundo, em 1983 como atriz principal pelo A escolha de Sofia. Ao todo são 13 indicações em que ela bateu na trave. Em 2009, Meryl Streep estrela Julie & Julia.
E só para matar a saudade, vamos recordar a primeira vez que Meryl Streep levou o oscar?
O genial Tim Burton está finalizando o remake de um clássico de Lewis Carrol: Alice no país das maravilhas (que não é necessariamente literatura infantil, mas geralmente costumam classificá-lo como). Hoje, saíram novas fotos do filme que deverá abusar da tecnologia atualmente disponível, o que deve contribuir para ser a melhor adaptação da obra de todos os tempos.
Aguardamos ansiosos!


obs: Olha essa maquiagem! Jhonny Depp como Chapeleiro Maluco, Helena Bona Carter como a Rainha de Copas e enfim Anne Hathaway como a Rainha Branca estão caricatos… muito legal!
