A fotografia no cinema: a beleza no olhar

Quando a gente vê uma fotografia credita a ela o status de  verdade registrada para a “eternidade”.  Por mais óbvia que seja a imagem, cada olho vai interpretar de uma maneira. O tempo também pode trazer novas significações. É como se a fotografia fosse um pacote estereotipado que vai conferir sentimentos positivos – ou  negativos – de um momento clicado.

No cinema, a fotografia é essencial. Ela confere a disposição e a exatidão dos elementos presentes no enquadramento.  O olho humano é bastante rigoroso e fiscaliza se está “tudo em ordem” com aquela imagem assistida.

Além de enquadramento, há também a preocupação com a iluminação: o jogo de sombra e luz entre o primeiro e o segundo plano produz resultados bastante interessantes. O tom da cor do filme também pode auxiliar o diretor na mensagem que ele deseja transmitir. Lembram do branco excessivo de Blindness, de Fernando Meirelles ou as diferentes cores para cada trama do filme Traffic, de Steven Soderbergh?

Geralmente nas grandes premiações, a vitória na categoria fotografia vai para os trabalhos mais cuidadosos e que o resultado causou melhor impressão visualmente. Veja os três vencedores de fotografia no Oscar em 2008, 1998 e 1988:

2008 – Sangue Negro

1998 – Titanic

1988 – O Último Imperador

Você pode até sugerir um outro filme que gostou mais, porém não pode desprezar a beleza do “olhar” em cada um dos vencedores.

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