Cannes: Em Turnê e A Criada

Ontem, no segundo dia de Festival, pela competição à Palma de Ouro, foi exibido: Em Turnê, do diretor/ator francês Mathieu Amalric . De maneira geral, uma recepção fraca, não agradou muito os críticos presentes.

A curiosidade era grande para ver como Amalric se sairia na direção. O ator, elogiado como o vilão de 007: Quantum Of Solace e sua performance fantástica como Jean-Dominique Bauby em O Escafandro ea Borboleta foi posto em dúvidas sobre sua capacidade de direção no Em Turnê.

Neste novo filme, além de dirigir, também interpreta. Na história, ele é Joachim Zand um ex-produtor de televisão que volta dos Estados Unidos com uma mão na frente e outra atrás.  De volta a Paris, ele reune garotas strippers para uma turnê pelo país. A crítica é que o filme acaba sem muita proposta, deixando uma impressão meio vaga no ar. O tom documental talvez possa ter prejudicado.

Hoje, é a vez de Sang-soo Im que traz um remake de 1960. A Criada é centrada na falência moral do mundo de uma família bastarda. Após ser demitida de seu trabalho anterior, Eun-yi (Do-yeon Jeon) consegue um outro na qual é incubida de cuidar de gêmeos de uma família rica. Existe porém um outra empregada que nutre um desprezo grande pela novata. O que se segue é uma história de vingança, terminando de forma que o telespectador é incentivado olhar para trás ao longo do filme, para posterior análise.

7 respostas para Cannes: Em Turnê e A Criada

  1. Cannes a todo vapor. E já que vc citou um dos destaques da programação de hoje, vale o comentário:
    Tô achando que a Palma vai para um asiático esse ano.
    ABS

  2. cinebuteco disse:

    Eu vi mesmo que vc disse no seu post… fiquei curioso pra saber a história dele! Vamos aguardar mais informações…

  3. Vinícius P. disse:

    Tenho mais curiosidade em conferir esse do Amalric porque nunca vi nenhum trabalho dele atrás das câmeras. Contudo, esse segundo parece ser um melhor filme.

  4. Estou curioso pra ver esse filme do Amalric depois que eu vi o trailer no You Tube. E chato saber da recepção morna ao Robin Hood (que eu pretendo assistir hoje!), mas Cannes é assim mesmo.

  5. Elton Telles disse:

    Mathieu Amalric é um ator fantástico, mas não posso dizer o mesmo atrás das câmeras já que nunca assisti um filme dirigido por ele – lembro sempre de Sean Penn, cujos 2 primeiros filmes eu odeio, mas se redimiu após a obra-prima “Na Natureza Selvagem”.

    curioso por esse filme!

    E pelo que andei lendo, Cannes está mais “sombrio” este ano. Ahhhhh, isso só me aguça ainda mais a curiosidade =)

    abs!

  6. Amanda Aouad disse:

    Também estou curiosa em relação ao de Amalric. Vamos ver no que dá.

  7. Anderson disse:

    eu achei o Turne um dos filmes mais interessantes do festival do rio. essa falta de proposta, especialmente, senão é uma das propostas do filme é ao menos uma tonalidade dada a ele pela direção. no filme temos figuras corpulentas que ocupam o espaço da criação do filme e dos palcos. não há uma história a se desenvolver propriamente dita. as coisas simplesmente (ou com muita dificuldade) acontecem. é uma companhia que vai vivendo e acontecendo…

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