No toque de 5 segundos #9

junho 14, 2010


5. Maravilhosa! Angelina Jolie está fantástica nesta primeira imagem divulgada de The Tourist. Para completar o visual, tem também Jhonny Depp… O que será que podemos esperar desta dupla em ação, hein? Aguardemos.

4. Um foi pouco. Dois foi bom… agora três é definitivamente demais. Confirmado a sequência de Fúrias de Titãs desta nova versão. Dois roteiristas terão o desafio de produzir a continuação da saga de Perseu: Dan Mazeau (Jhonny Quest) e  David Leslie Johnson (Orfã). Receio que vem bomba!

3. Depois do sucesso de crítica, Katryn Bigelow, vencedora na categoria Melhor Direção e Melhor Filme com Guerra ao Terror, dirigirá o episódio piloto de Miraculous Year (Ano Milagroso), série que será exibida pela HBO, onde ela também será a produtora-executiva. O programa vai retratar os batidores das cenas de Broadway. O elenco parece grandioso com a presença de Frank Langella, Nobert Leo Butz, Hope Davis, que venceu o Tony Awards ontem(o Oscar do teatro americano) e PattiLu Pone.

2. Alguém aí se anima com Popeye? Tá aí um desenho que eu nunca gostei. O filme de 1980, dirigido por Robert Altman e interpretado por um jovem Robin Williams foi um fracasso tremendo, agora estão querendo fazer a versão 3D deste filme de 30 anos atrás, numa estranha mistura de animação e imagens reais. É a corrida desenfreada dos estúdios pela febre 3D. Questionável! (falando sobre o tema, tem um interessante post do Claquete Cultural discutindo os efeitos 3D no cinema)


1. Quem diria? O remake de Karate Kid liderou as bilheterias do fim de semana em sua estreia com $56M. Bom? Acredito que para este filme sim. Em segundo lugar também uma estreia: Esquadrão Classe A ficou bem abaixo, fazendo $26M. Terceira posição para Shrek Para Sempre que faturou $15,8M ($210M). Get Him to the Greek cai duas posições, ficando em quarto lugar: $10,1M ($36,5M) e na quinta colocação e encerrando os top-five, Killers $8,17M ($30,7M). No próximo fim de semana, prepare-se por bilheterias arrebatadoras, vem aí: Toy Story 3.

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Por que Mary e Max é legal?

maio 26, 2010

Porque uma animação baseada em fatos reais já é um fator diferencial. Segundo, a arte é feia. Como assim? Os personagens possui uma estética, digamos, diferenciada: são mais gordinhos, possuem olheiras e os defeitos estão estampados na cara. A menina Mary, por exemplo, é apresentada logo no início por ter uma mancha parecida com a cor de coco na testa e Max é mostrado como um cara obeso, introspectivo, tímido e pouco social.

Aliás, a animação toda é meia acinzentada, amarronzada que ora remete a tristeza, ora imagens antigas. As cores, na verdade, reflete o espírito de vida de Max e Mary que possuem um elo que os ligam: a solidão.

O tema amizade volta dar as caras num tom quase literal em Mary e Max. Ela é uma garotinha australiana, ele um senhor nova-iorquino. Supostamente nunca iriam se encontrar, mas o destino acabou aproximando-os. Cansada da solidão, Mary decidi acompanhar sua mãe ao correio e pegar um endereço qualquer para mandar uma carta a Max, sem ter a menor ideia de quem era. A amizade então aproxima pessoas tão diferentes e tão próximas ao mesmo tempo.

Juntos, eles constroem uma bela forma de amizade e apoiados nessa amizade tornam-se pessoas melhores. Mary e Max é aquele projeto simples, em partes, porque todo o desenho é feito em massinha (stop-motion), mas o que eu quero dizer com simples é que tem uma tema universal, acessível a todos e que toca todo mundo.

O ano de 2010 tem reservado ótimas animações. Até agora vi dois que gostei muito: Como Treinar Seu Dragão e Mary e Max. Ao que li por aí, Shrek Para Sempre não faz jus ao elogio do começo do parágrafo, mas só vamos poder assistir em 9 de julho. Antes disso, temos o aguardado projeto do estúdios Pixar-Disney, o Toy Story 3 em 3D. A expectativa é grande, mas ao ver pelas animações assistidas, os estúdios parceiros terão vida difícil para levar o tri no Oscar.